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01/4/2014

10:22

TCHIVINGUIRO + 1..."EMBRULHO DE CAUSOS"... by Antero Sete


TCHIVINGUIRO + 1..."EMBRULHO DE CAUSOS"...

Eu tinha prometido e cá estou de volta, quem não gosta só tem que deletar!
É um "Embrulho de Causos", porque no minimo vou contar três "causos" que aconteceram meio (se existe isso) embrulhados!
No anterior falei das pessoas simples e das não tão simples, que ajudaram ou fizeram parte da nossa formação de carácter, pois algumas delas eram tão simples, que quando o nosso saudoso colega "Manso" Alexandre Resende me contou, inicialmente eu não acreditei, mas depois de confirmado por vários outros colegas e a ultima vez foi na semana passada, testemunho garantido e verídico do "Gâmbias"António Leite Saraiva , aqui vai o "causo" acontecido com uma jovem de família humilde, filha de um modesto funcionário da Escola, que moravam a meio de uma encosta, numa das casas mais humildes pertencentes ao patrimônio escolar, que sendo abordada e seduzida por um aluno, teve que ir prestar declarações no Posto da Humpata. Chegada lá e arguida sobre a hora e local a jovem apenas declarou, fazendo um gesto com a mão na vertical, indicando a hora: " Foi tu sim, lá no capim, quando o sol (aqui entra o gesto) estava a esta altura do capim!". Como terminou o "causo" eu não sei, mas podem perguntar para o "Gâmbias" que foi o padrinho do "causo" que o "Manso" me contou!
Um outro "causo", coincidência, autoria do "Gâmbias" , três amigos funcionários da Escola e aqui não vejo porque não entregar os nomes, o Jaime da vacaria, Correia da carpintaria e Vilares, de muitos oficios e quebra galhos, resolveram ir caçar um viado, de quatro patas, para garantir uma caldeirada planejada para um domingo próximo. 
O local escolhido, também muito conhecido por todos, <foi o lado direito da nascente, naquela encosta, onde mais para o alto existem uns "bunkers" de pedras, autênticas muralhas onde segundo os diz que diz, se travaram confrontos entre os colonos (o "Gâmbias" não se lembra se eram boers ou portugueses) e a população nativa.> Mas voltando ao "causo" os três caçadores já referidos, de caçadores iam virando caça, quando viram um vulto se mexendo dispararam as caçadeiras e eufóricos partiram correndo em direção à caça e quando lá chegaram, deram meia volta, batendo com os calcanhares no rabo, porque deram de caras com um leão moribundo! Quem me contou foi o "Gâmbias" e para fechar este "embrulho de causos", aqui vai uma contada pelo Sérgio Fernandes, "Gabela" que ele e o "Velhote" também conhecido por "Batata" , Ferreira, que também e infelizmente já não está entre nós para autenticar o "causo" numa tarde resolveram descer até ao Bruco para ver uma mucubal que, segundo o "Gabela",<tinha servido de modelo para uma coleção de selos dos CTT de Angola> mas o poético do causo é que quando lá chegaram a bela mucubal estava no pomar das laranjeiras imaginem...colhendo laranjas, o que mais poderia ser?...e, por hoje vou voltar a embrulhar tudo porque isto já vai longe!
Aquele abraço!
7 Comentários.

Posted by Tchivinguiro WebServices:

Lino Camacho
Segundo julgo saber essa mucubal era a Batxoca, ou Batchoca, como preferirem! Um abraço

Luis de Almeida ehehehehe!....

Antero Gonçalves
Lino Camacho, passei o nome da miss para o Sergio Cardoso, porque ele é que me contou a estória e julgo quer não sabia o nome da cachopa! Obrigado!

Manuel Inacio Nunes
Olha como o Lino Camacho, sabia o nome da moça ?????????

Victor Baamonde
Lembro dessa caçada, eu morava na ERAT, meu pai e mãe eram funcionários.

Antero Gonçalves
Victor Baamonde, olá, não sabia que os teus pais foram funcionários do Tchivinguiro! Em que época? nesse caso tu também estarias por lá? Aquele abraço!

Victor Baamonde
Olá Antero-
Fui para o Tchivinguiroem 1957, o meu paiu trabalhava no internato António Pardo de Oliveira, e a minha mãe na rouparia è espanhola, Carmen Baamonde.
Eu iniciei o Curso de Regente Agricola em 1963 e terminei em 1968.
Lembro de quase todos os colegas mais velhos.
Abraço.
Encontrei-me contigo noBrasil em 1976 salvo erro em Sete Lagoas.

Francisco Melo Marques
Victor entramos no mesmo ano e penso que foi em 1962
07/4/2014 @ 17:34

Posted by Tchivinguiro WebServices:

Antero Gonçalves
Victor Baamonde, desculpas sinceras são para serem dadas quando a falha é grave, como neste caso, e eu estou me desculpando agora, com muita sinceridade! Não relacionei o teu sobrenome ao da Sra. tua Mãe, Dª. Carmen, que sempre me tratou com muito carinho, quando descia até à rouparia para tratar de algum assunto relacionado com o rol da roupa. Quanto ao teu saudoso Pai, Oliveira "Espingardeiro", se me permites lembrar a alcunha, mantínhamos uma solidária amizade, muito parecida com a do desenho animado Tom & Jerry, eu tentando me esgueirar à noite para fora do Internato ou entrar nele de madrugada e ele de tocaia, para me surpreender, o que quase sempre acontecia, embora tudo terminasse numa boa! Acho que o mais interessante para mim e para ele era esse joguinho de esconde esconde! Também me lembro daquele vosso carro preto, o "Caravelle", não era essa a marca dele? De Sete Lagoas, sinceramente não estou lembrado, mas nos encontramos no almoço do Cartaxo, onde também estava a tua Mãe! Mais uma vez desculpa as minhas falhas e aquele abraço para tua Mãe e para ti!

Manuel Inacio Nunes
Sete, o pai do Victor tinha como alcunha o "Carabineiro", e não o que escreveste, aliás também o Victor herdou a sua alcunha.

Antero Gonçalves
Obrigado amigo Manuel Inacio Nunes! Estou começando a me preocupar com a minha memória...mais uma vez desculpa-me Victor Baamonde!

Antero Gonçalves
Sim Roseane Rosinha Gonçalves, todos este "causos" que descrevo aqui, nesta página, aconteceram ou estão relacionados com a ERAT, mesmo com os lapsos de memória que me ocorrem, como podes ver pelos comentários e correções postados pelos meus colegas! Ainda bem que eles estão atentos! Obrigado pela tua presença e um beijo!
07/4/2014 @ 17:37

Posted by Tchivinguiro WebServices:

Francisco Melo Marques
Amigo Antero e Nunes: Na verdade a descrição que se faz dos pais do Victor é a realidade. Pessoas impecáveis e amigas. Frequentava a casa deles no Tchivinguro,com alguma assiduidade

Manuel Inacio Nunes
A idade não perdoa meu caro Antero Gonçalves, fico até muito satisfeito pois afinal não sou só eu que tenho esses lapsos de memória. Agora para o "Caperna" não me admira estavas sempre a "abichar" alguma coisa, que era teu hábito, lololololo. Abração para todos.

Francisco Melo Marques
Caro amigo e colega Inácio Nunes: Não é o CAPERNA. já falamos algumas vezes . Não me digas que pensavas que falavas com o meu irmão.

Antero Gonçalves
Francisco Melo Marques, perdoa ao nosso amigo Manuel Inacio Nunes. Depois eu é que estou gágá..

Francisco Melo Marques
É verdade amigo " Sete" . Antero o tempo passa. De ti lembro-me perfeitamente pois ainda te apanhei na escola e além disso em Angola estivemos juntos algumas vezes . Continuo em Angola para onde voltei em 2002 . Um grande abraço.

Antero Gonçalves
Um grande abraço, meu amigo Francisco Melo Marques. Vamos mantendo o contacto!

Roseane Rosinha Gonçalves
Oi Antero, desculpa-me mas, apaguei o comentário/pergunta acima, pois nao tinha notado que vc tinha respondido. Mas olha vc tá enfeitando o facebook com as seus contos, causos....muito bom! E é bom porque aproxima as pessoas, aparece amigos de anos. Depois me fale, aonde vc quiser como era essa escola, e se só existia uma nesses moldes.
07/4/2014 @ 17:39

Posted by Tchivinguiro WebServices:

Antero Gonçalves
Roseane Rosinha Gonçalves, entendeste bem o espirito que me levou a contar os "causos" e até parece que adivinhaste o assunto do próximo, que ainda o não publiquei porque estou esperando autorização de quem mo enviou! Realmente o meu objectivo principal é aproximar os colegas dos quais já não tenho contacto e noticias há muitos anos! Sobre a Escola falaremos depois. Na época em todo o território português, que eu saiba, existiam 5, sendo 3 no continente (Portugal), 1 em Angola e outra em Moçambique. Talvez a situação geográfica do Tchivinguiro e o seu isolamento em relação á distancia das povoações e cidades mais próximas tenha criado esse espirito que nos une e encanta a quem nos conhece. Beijos.

Manuel Inacio Nunes
Francisco Melo Marques, sem dúvida que estava a pensar no teu irmão o António que está aqui no Seixal acho eu ???As minhas desculpas pelo lapso, grande abraço.

José Avelino Dias
Em Almada,o Antonio Marques, caro Manuel Inacio Nunes é meu vizinho de concelho, bom conselho por sinal.
07/4/2014 @ 17:41

Posted by KLG HERBAL:

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29/7/2016 @ 14:15

Posted by Vimax:

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29/7/2016 @ 14:15

Posted by OBAT THORS HAMMER:

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