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10/4/2014

23:03

TCHIVINGUIRO + 1 "CAUSO"..."EMBRULHO DESEMBRULHADO!'...ESCLARECIMENTOS HISTÓRICOS SOBRE A ORIGEM DO MANECO DE CAPANGOMBE. by Antero Sete


Aí está uma foto do Sr. Maneco de Capangombe! Nesta foto está o Sr. Maneco, o meu pai João Ferrão e um Mucubal

TCHIVINGUIRO + 1 "CAUSO"..."EMBRULHO DESEMBRULHADO!'...ESCLARECIMENTOS HISTÓRICOS SOBRE A ORIGEM DO MANECO DE CAPANGOMBE.

Ainda quentinhas, como o pãozinho de queijo, lá de Minas, que oFrancisco José Gonçalves Chegão nos oferece nestas páginas, assim são, também, as noticias que o José Azevedo "Pica-pau" nos serve e que com a devida vénia eu transcrevo, para informação de todos nós e, principalmente para os nossos colegas António Leite Saraiva e Lino Camacho que motivaram e comentaram "causos" passados.
Alguma vez vocês imaginaram ou pensaram em investigar os ancestrais do Maneco de Capangombe? Pois bem, eu também não, mas o nosso colega José Azevedo Pica-pau", sim e, por isso, aqui vão os resultados da pesquisa feita pelo Azevedo, nas suas próprias palavras: <<Quanto ao "Maneco de Capangombe", deves ter visto na NET um pedido de informações feito por um senhor que diz ser seu neto, bem como um trabalho essencialmente fotográfico de um cubano que passou por Capangombe em 2006 (salvo o erro)...Ora, ao que consegui apurar, o Maneco que conhecemos em Capangombe e morreu no Lubango, em casa de sua filha Laura, no ano de 1949. Portanto, nenhum de nós conheceu o Maneco mais velho,mas apenas o seu filho, que na inauguração da Escola Dr. Francisco Machado, também já era velhote. Ou então nós é que eramos demasiado meninos.Acontece que na listagem de colonos luso-pernambucanos que chegaram a Mossamedes (na altura escrevia-se assim mesmo, com 2 esses) em 1849/1850, não consta o nome Manuel Fernandes,pelo que a sua ascendência brasileira (note-se que os colonos provenientes de Pernambuco eram portugueses mandados de fora) dificilmente poderá ser comprovada. Todavia, na lista de cabeças de casal procedentes da ilha da Madeira e que chegaram ao Lubango em Janeiro de 1885, há de facto um Manuel Fernandes mas também não poderemos dar por adquirido tratar-se do "Velho Maneco de Capamgombe".E assim ficamos com uma bela desordem "Serra-Abaixo", a pedir mais pesquisa histórica, coisa que nos esquecemos de fazer enquanto andamos no Tchivinguiro. Deduzo que Manuel Fernandes (o mais velho, que morreu em 1949) seria um homem de invulgar cultura geral, pois deu aos filhos uma base sólida de conhecimentos, como é verificável pela facilidade de comunicação do seu filho "Maneco de Capangombe", que nós conhecemos, como pela excepcional educação que proporcionou a sua filha Laura (mais conhecida por Laura Cambuta), que tocava piano, falava francês e casou com o Padre Martins...>>
Este foi o resumo da pesquisa que o nosso colega Azevedo realizou para decifrar o enigma da ascendência, que se supunha brasileira, do nosso lendário conhecido de alguns e amigo do António Leite Saraiva "Gãmbias" e do Lino Camacho, que segundo o próprio e ainda o "Pica-pau" se conheceram bem << pois eram ambos (Maneco e Gâmbias) aficionados de cavalos e burros>>!
Agora sim, foi dado um passo quanto às origens do Maneco e, julgo, que logo logo, teremos mais novidades.
Aquele abraço!

Anexo de fotografias dos comentários


18 Comentários.

Posted by Tchivinguiro WebServices:

Manuel Duarte
Ao Maneco de Capangombe

De Capangombe os bardos trouxeram
Sonoro e angolano, nome tão badalado;
Com grande descaro tão seu o erigiram
Que logo o Maneco rugiu, afrontado.

Fosse tal ousadia malvada afronta,
De lesa-magestade safado crime,
Vassalagem dos bardos seria pronta
Como pronto será o que se estime.

Pedecabra lesto veio lançar repto
A este nóvel dueto, nada inepto:
"Vejam como descalçam a bota!

"Nós que não gostamos de batota,
Ao melindrado a bola devolvemos
"Capangombeiros? Quais, veremos!"

Reino de Maconge

Antero Gonçalves
Manuel Duarte, muito interessante a tua colaboração, cujo poema e páginas sobre Capangombe eu desconhecia. Quem diria que na minha juventude, quando caminhava entre aquelas pedras históricas no tempo, eu viria a movimentar os colegas contando "causos" despretenciosos, afinal iniciados pelo nosso colega "Gâmbias" António Leite Saraiva.. Recebi agora mesmo um e:mail de um outro colega nosso com referências históricas sobre Capangombe e que ligam a fundação do forte a um seu antepassado. Solicitei para ele mais algumas informações e assim que as tiver em mãos voltarei ao assunto. Obrigado pela tua colaboração. Aquele abraço.

Victor Baamonde
Não sei se poderei acrescentarmais alguma coisa, mas eu que fiz a primáriano Tchivinguiro, em que foram minhas professoras a Dº Venilde e a Dº Arminda esposasa do nosso colega Victor Manuel de Sousa Ramos o " Valinhas", tive um colega da primária que vinha todos os dias do Caholo de burro e que se chamava António Pereira Fernandes Que morava na casa do Sr. Ferrão que tinhauma loja no Caholo. O António sei que era de Capamgombe e que era filho do sr. Maneco que era caçador. Espero ter ajudado alguma coisa.
10/4/2014 @ 23:14

Posted by Tchivinguiro WebServices:

Elsa Ferrão de Jesus
Eu sei que o meu pai João Ferrão era amigo, das caçadas, deste Sr. Maneco de Capangombe. Eu ainda o conheci. Vou tentar saber se a minha mãe tem alguma foto ou outra informação sobre este senhor. Sei que a família, filhas e mulher (que era ou é negra), chamada Beatriz, vive ou vivia no Algarve. A minha mãe ainda teve algum contacto telefónico com a filha.

Victor Baamonde
Elsa o Filho dele morou na casa do teu pai, certo?

Elsa Ferrão de Jesus
Eu penso que sim... mas amanhã já pergunto à minha mãe e confirmo.

João Seia
Tive o prazer de os conhecer.

Elsa Ferrão de Jesus
Já falei com a minha mãe e ela ficou de me dar o nº de uma das filhas deste senhor. Acho que tb tem lá fotografias, que se estiverem em bom estado, vou digitalizá-las e enviar-vos-ei.

Elsa Ferrão de Jesus
Victor Baamonde, a minha mãe confirmou-me que o António morou em casa deles no Caholo.

Lino Camacho
Victor Baamonde, ele morou na casa do Sr. João ferrão, mais conhecido pelo "Bom Dia", que tinha um comercio no Cahólo sim. Era conhecido por essa alcunha por dizer bom dia, muito pousadamente! Como é lógico, conhecia-os bem. Era a segunda casa à esquerda para quem ia da escola para o Cahólo.

Elsa Ferrão de Jesus
Lino, penso que a casa de que fala era a do Sr. João Correia, não a do meu pai... Acho que a dos meus pais, ficava mais próxima da do Sr. Lino Camacho, seu pai. Só que do lado direito de quem vinha da escola. Penso não estar enganada.
10/4/2014 @ 23:19

Posted by Tchivinguiro WebServices:

António José Fernandes Maia
Nas minhas passagens pelo Bruco e Campangombe , conheci Luiza, filha do Maneco, que trabalhou na secretaria da Escola. Mais tarde, no final do ano 1967, encontrei-a de passagem na Caconda, e trabalhava naquela altura em Nova Lisboa, nos serviços de educação. Quem sabe se localizando também algum descendente do Maneco, possamos conhecer mais história deste senhor! Fica aqui um abraço a todos...

Lino Camacho
É isso mesmo Elsa. Fiz mesmo confusão. Foi bom saber de ti, pois afinal conhecemo-nos há muitos anos. Pois, o João Correia é que era o Bom Dia. A casa do teu pai que depois foi do Ramiro de Sousa da Bata Bata e posteriormente da família Janela. Isso mesmo, era a segunda casa do Cahólo, depois da do meu pai. Beijinhos Elsa Ferrão de Jesus

Victor Baamonde
Lino estás com 2 alemães na cabeça?. Tu que moraste no Cahoilo? Laripô

Antero Gonçalves
Meu caro Victor Baamonde, estou muito agradecido pela tua colaboração nos esclarecimentos dados sobre estes "causos". Lembraste das tuas professoras do primário e eu peguei a boleia e também lembrei delas, principalmente da 1ª a Dª. Venilde, se era aquela senhora, já com uma certa idade e que tinha um filho pequeno e morava naquela casa que ficava por cima da horta e daquela alameda de tuias, onde mais tarde foi morar o Jaime e a familia. Se quiseres enviar mais algumas lembranças desses teus tempos de primário, podes fazê-lo,pela caixa de bate-papo porque,eles também fazem parte do Tchivinguiro! Um grande abraço para ti e para a Dª. Carmen.
10/4/2014 @ 23:22

Posted by Tchivinguiro WebServices:

Victor Baamonde
Estás muito certo. A Dºa Venilde só foi minha professora um ano era muito nervosa tinha um filho que ela lhe chamava Néne, que tinha uma ponta de lapis na barriga que ela lhe espetou numa brincadeira. Era um pouco trantornada. O resto dos anos da primária foi minhA profesora a Dº Arminda esposa do nosso colega Vitor Ramos " Valinhas" que tem alguns anos esteve num almoço da ERAT no restaurante Camelo com o sr. Gois que era fiel de armazem na escola.
Lembras-te da camionete caramela que quando havia recepcões a algum governante nos levava a Sá da Bandeira além do Titanic autocarro de 33 lugares, que depois foi parar á escola Trigo de Morais em Folgares onde fui professor 2 anos.

Antero Gonçalves
Lino Camacho, Não é por tu estares sempre presente nos "causos", que os demais colegas possam pensar que eu vou "puxar o teu saco", mas na verdade confesso-te que nos meus primeiros 3 anos de Tchivinguiro (anos lectivos 1958/59; 59/60 e 60/até Fevereiro de 61) a nossa casa preferida era a dos teu Pais, onde nós comiamos belos churrascos agindungados de frango. Depois, quando regressei ao Tchivinguiro,(64; 64/65 e 65/66)e talvez por hábito dos novos colegas que lá encontrei, as nossas tardes passaram a ser na 1ª ou 2ª casa, do lado direito de quem vem da Escola, e o cardápio de churrasco de frango mudou para fêbras de porco grelhadas e não vamos esquecer o gindungo, que se não estou em erro era a casa do Pai do nosso colega, falecido há pouco tempo, Sousa. Qualquer dia vou "causar" as tardes que passávamos na sala de jantar da vossa casa. Aquele abraço!

Carlos Loureiro
Eu ainda sou do tempo do frango de churrasco e nem me lembro das tais febras.
Ah...vinho do Porto era coisa que também havia, eheheheeh!
E de burros viciados em cangoches, também,
Eu que o diga, quando queria ir de "boleia" para o internato.
Era assim, sobretudo em 1962 e 1963, os anos que mais vezes frequentei o Caholo.
10/4/2014 @ 23:24

Posted by Tchivinguiro WebServices:

Lino Camacho
Antero será um prazer relembrar essas coisas todas, pois em muitos desses "causos" que iras contar, porventura lá estava. Quando era miúdo, lembro-me bem do Saraiva e do meu tio Mário Júlio irem ao Cahólo de cavalo e quantas vezes levei eu o vinho e as cervejas para as traseiras da minha casa, para a malta da ERAT, pk estava um professor ou o Director da escola na loja do meu pai. Tantas vezes fiz isto! E sabes uma coisa? Os meus pais nem queriam que eu fosse para a ERAT, mas como me marcaram tanto na infância, eu não queria outra coisa senão ser Regente Agrícola, e sou-o com muito orgulho. Por outro lado o meu tio Mário Júlio foi sempre o meu maior amigo e claro como ele lá estudava, isso também pesou muito. Um abraço e fico à espera.

Antero Gonçalves
Victor Baamonde, amigo, o "Valinhas" Ramos nunca mais o vi, até pensei que já tinha falecido. Quanto ao Góis, se fôr quem eu penso, é do tempo dos práticos e se a memória não me atraiçoa entramos juntos para o exército, em Nova Lisboa e, talvez, o tenha encontrado de novo no Tchivinguiro quando saímos do exécito! Depois nunca mais o vi. Sabes por onde ele pára?

Lino Camacho
Acho que o Góis está em Vila Real de Trás-os-Montes!

Antero Gonçalves
Victor Baamonde, claro que lembro da "Caramela" e do motorista, Vilares! Quase logo no inicio dos nossos "causos", contei um sobre os transportes do Tchivinguiro, com referência es´pecial à "Caramela". Se não o localizares nesta página poderei procurá-lo e enviá-lo para ti! Aquele abraço, meu amigo, mas vou desligar porque vou ter que sair. Mais tarde retorno.
10/4/2014 @ 23:27

Posted by Tchivinguiro WebServices:

Antero Gonçalves
Pois é, amigo Carlos Loureiro, desse tempo tu eras! Em fins de Outubro/Novembro de 64, acho que coincidiu com aquela greve da goiabada (se eu estiver confundindo as datas me corrige, porque datas sempre foram muito confusas para mim) e agora também chamo o nosso colega Sergio Cardoso "Gabela" para me socorrer ou confirmar, peguei 7 dias de suspensão, por causa de uma ida ao Caholo, aproveitando o transporte do Colaço, que já trabalhava nos Serviços de Agricultura em Sá da Bandeira (se não era assim o Jeep verde que ele dirigia era desses Serviços) o António Pina, (falecido) e o "Esgueira" Rodolfo Romão Veiga mais o Cohen, que no regresso à Escola tentaram entrar no refeitório só para criar confusão, depois da porta já estar fechada. Isso originou uma outra confusão, quando na hora do chá (22H00?) eu saí do quarto, no térreo, para tomar o cházinho acompanhado pelo pãozinho com manteiga, noturno, e um tal "bufo" da Pide (não vou dizer o nome porque ele não merece), que chegou ao Tchivinguiro vindo de Évora, a tiracolo do então nosso Director António N. Piçarra, começou a insinuar que o mentor da confusão era eu, que desde que eu chegara à Escola (voltei em meados de Outubro/64) o clima andava meio conturbado com aquela estória de eu ser "herói" da guerra (até hoje não sei de onde ele tirou isso) e palavra puxa palavra escapou-me a mão quando fui empurrado pelo bufo, que saíu rolando pelas escadas que traziam ao refeitório, enquanto eu era segurado pelo Gouveia Martins. Resultado, no dia seguinte de manhã, tomei o "mata-bicho" com 7 dias de suspensão e para o Cohen e "Esgueira" foram agraciados com 3 dias para cada um!

(Continua)

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10/4/2014 @ 23:29

Posted by Tchivinguiro WebServices:

(Continuação)
Não tenho bem a certeza se o Seca Ruivo, já falecido, também não estava nessa. Concluindo, a culpa foi das "fêbras" que pesaram demais no nosso estômago e para te dizer que após eu ter recorrido da suspensão, 3 ou 4 dias depois ainda saí dessa, com louvor (que deve constar nos livros da Escola), porque, senão com 7 dias perderia o ano por faltas! Isto e o desenrolar dos depois, as pessoas envolvidas, Professores e colegas, daria para um "causo", mas modéstias à parte, não sei escrever sobre mim, sem puxar a "brasa para a minha sardinha". Aquele abraço!

João Seia
nunca vi na minha vida ,tanta fatia de goiabada , pregadas aos tectos dos corredores das camaratas !!!!!!!
10/4/2014 @ 23:32

Posted by Tchivinguiro WebServices:

Carlos Loureiro
Meu Caro Sete ( Antero Gonçalves), continuo a lembrar-me da maior parte desses episódios, mas sem o pormenor com que nos vais descrevendo.
A “talhe de foice”, porém, dir-te-ei:
- O Sergio Cardoso “ Gabela” fez parte do pessoal que compunha a “minha” mesa no refeitório, como também julgo que a alcunha de “Gabelas” foi da minha autoria...mas isso eu não confirmo:
- O "Esgueira" Rodolfo Romão Veiga, além de ter sido o Bispo aquando da minha entrada para a Escola em 1962, como DT e “senhor bicho”, acabou por concluir o curso comigo, em 1965;
- De suspensões dessas – como a tua – tenho bem presente a do Cesário Rodrigues (Salazar), que só não foi expulso para poder acabar o curso, já que, como sabes, já havia sido expulso das Escolas de Coimbra, Évora e Santarém.
Daí que...
Eu mesmo fiz parte dos “passageiros” que nesse final de tarde viajaram no nosso maximbombo de Sá da Bandeira para o Tchivinguiro e, não sei se sabes que foi o próprio Salazar (que tinha viajado no tejadilho do Titanic), que abriu a porta do mesmo à chegada à Escola.
Abraço...e continua com as tuas belíssimas “estórias” desse nosso tempo de Tchivinguiro.

Antero Gonçalves
Amigo Carlos Loureiro, sobre o Salazar pouca coisa sei a não ser o que se contava dele, porque nunca foi meu contemporâneo na Escola. Conheci-o em Luanda, onde nos encontramos algumas vezes e ainda nos acompanhou numa visita, inesquecível, que eu consegui na CUCA. A estória do tejadilho do Titanic é nova para mim, não a conhecia! Conhecia uma outra estória dele, mas essa parece-me que é dos tempos dele de Coimbra, quando viajou no tejadilho de uma carruagem de comboio, não viu uma ponte, na qual bateu com a cabeça e acabou por ir parar no hospital. As más linguas dizem que a ponte ficou interditada por uns dias para reparos... O "Esgueira" foi meu parceiro de quarto, no térreo do internato, no seu ultimo ano! Aquele abraço!

João Seia
A estória do titanic versus salazar ,já a tinha contado....
10/4/2014 @ 23:35

Posted by Tchivinguiro WebServices:

Carlos Loureiro
Essa "da ponte ferroviária, em Coimbra", Antero Gonçalves (Sete) está registada na caricatura que juntei, mas o facto de ter ficado interrompida é...boato, eheheeh.
O Salazar foi sempre um "castiço", mas, simultaneamente, um camaradão do melhor que conheci na minha vida.
"Estórias" dele...muitas.
Ah...podes ver o "tejadilho" do Titanic, o local para bagagens e mercadorias, onde o Salazar viajou durante muitos e muitos quilómetros...em estrada ainda não alcatroada, situação que existia no meu tempo de Tchivinguiro.
Tá aí.
Abraço.
10/4/2014 @ 23:36

Posted by Antero Duarte S. Gonçalves (Sete):

Bela foto essa da caçada ao elefante! Pela foto consegui lembrar do Sr. João Ferrão e o Maneco está como eu o conheci!
Aquele abraço.
11/4/2014 @ 2:36

Posted by Fábio Fernandes Martins:

bom dia o meu nome é fabio fernandes martins, bisneto de maneco, eu gostaria de lhe pedir se me pode arranjar fotos do meu bisavô, , eu peço desculpa por ter sido tao direto mas foi a minha esperança a falar mais alto... passo a explicar a minha necessidade em recolher fotos, em dezembro de 2012 a minha avó (filipa pereira fernandes) veio viver comigo pois já estava muito deblitada, eu pedi-lhe os álbuns dela so que afinal já tinham tirado fotos do tal álbum, eu fiquei tao triste que prometi a minha avó que lhe iria fazer um novo álbum, a minha avó acabou por morrer, mas de qualquer jeito eu continuo na luta a procura de fotos antigas da minha família para concluir o álbum que lhe prometi fazer, peço a sua ajuda
25/4/2014 @ 11:39

Posted by Manuel Antonio do Nascimento Coutinho:

Afinal pouco sei das «estórias da Escola-tchivinguiro-onde só andei dois anos.No meu tempo havia um grupo que já se dedicava a essas aventuras,entre eles o Torrinha,Coelho da Cunha,Azevedo(Calças) além do TCHEFE Saraiva,orientador dos mais novatos.E daquela vez em que o Paulos e mais uns que não me lembro do nome,caíram num poço(que andavam a descobrir uma mina)e acabaram alguns por caírem.Foi num Domingo à tarde,quando começamos a ouvir a gritar pedindo socorro,então um grupo da malta arrancámos até ao dito poço e só me recordo do Paulos que tinha um grande corte salvo erro numa nádega,e daí para a frente alguém que se recorde e complete.É de louvar toda a contribuição e informação dos colegas deram em relação á vida do Sr.Maneco.Informo da o REGENTE VALINHAS já faleceu há uns anos,em Vila Real,donde era natural.
26/5/2014 @ 18:52

Posted by José Frade:

Também estou interessado na História de Capangombe. Esclareço que o soneto Ao Maneco de Capangombe é de minha autoria.
15/6/2014 @ 17:40

Posted by Fábio Fernandes Martins:

Bom dia, peço desculpa pelo que vou escrever mas a pedido de duas das filhas de Maneco (meu bisavô) boa parte dessa informação sobre o meu bisavô está errada, como por exemplo a Laura não era filha dele mas sim irmã, o meu bisavô não morreu em casa de ninguém, ele simplesmente desapareceu de casa e nunca mais ninguém o viu... isso em 1975... espero que quem escreveu esse texto sobre o meu bisavô não se zangue comigo, só comentei aqui isso e agora porque as filhas pediram para eu esclarecer essas informações
17/6/2014 @ 14:00

Posted by Fábio Fernandes Martins:

peço desculpa mas afinal o Maneco que aqui é referido e que está na fotografia não é esse Maneco (meu bisavó)mas é sim o pai dele!
23/6/2014 @ 19:30

Posted by OBAT THORS HAMMER:

Posted by VIMAX:

goods
10/10/2016 @ 0:08

Posted by KLG PIL:

thanks
10/10/2016 @ 0:08

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